O ENFERMEIRO COMO AGENTE DE AVANÇO NA INTEGRALIZAÇÃO DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS PARA O TRATAMENTO DE FERIDAS
Palavras-chave:
Cicatrização, Capacitação, Inovações Tecnológicas, Tratamento de feridas.Resumo
Este artigo discute o papel do enfermeiro como agente de avanço na implementação de inovações tecnológicas no tratamento de feridas. Destaca-se a importância dos cuidados com feridas, que podem resultar de condições crônicas, traumas ou cirurgias, e enfatiza que o tratamento deve considerar não apenas a lesão, mas também as características biológicas, sociais e psicológicas do paciente. Assim, questiona-se como o enfermeiro pode ser visto como agente de avanço na integralização de inovações tecnológicas para o tratamento de feridas. Objetivou-se analisar o papel do enfermeiro na integralização de inovações tecnológicas para o tratamento de feridas, com destaque na importância da capacitação contínua e da adoção de uma abordagem proativa na implementação dessas tecnologias. O estudo foi realizado com base em pesquisa bibliográfica exploratória. Como resultados, tem-se a evolução das tecnologias, como a terapia a laser, oxigenoterapia hiperbárica e bioimpressão 3D, que têm mostrado eficácia na cicatrização e na redução de complicações. Nesse sentido, a atuação do enfermeiro é essencial para a aplicação dessas tecnologias, sendo responsável por avaliações precisas, planos de cuidados individualizados e educação dos pacientes. Portanto, conclui-se a necessidade de capacitação contínua dos profissionais para que possam integrar essas tecnologias em sua prática, contribuindo para a melhoria da qualidade do atendimento e dos resultados clínicos.Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
2. Políticas de Plágio
As suposições do plágio são:
a) apresentar trabalhos de outros como seu;
b) adotar palavras ou ideias de outros autores sem o devido reconhecimento;
c) não usar aspas em uma citação literal;
d) paráfrase de uma fonte sem mencioná-la;
e) paráfrase abusiva, mesmo que a fonte seja mencionada.
Os pressupostos gerais da fraude científica são os seguintes:
a) fabricação, falsificação ou omissão de dados e plágio;
b) publicação duplicada; e
c) conflitos de autoria.
Todos os trabalhos aceitos são submetidos a um software de detecção de plágio.
Os autores assumirão as consequências de qualquer natureza decorrentes do descumprimento das obrigações indicadas nessas regras editoriais.
Em casos em que o plágio é incorrido, a Coordenação Editorial seguirá os seguintes procedimentos: a evidência do plágio detectado será enviada ao(s) autor(es), solicitando uma explicação sobre o mesmo. Se a resposta não for satisfatória, o artigo não será publicado e, se aplicável, a mídia na qual o artigo plagiado original foi publicado será informada.