OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA E A VIOLÊNCIA: UM ESTUDO DO DOCUMENTÁRIO “TIROS EM COLUMBINE”
Resumo
Este artigo é uma discussão da violência a partir da análise do documentário de Michel Moore, Tiros em Columbine. Nele se discutem as relações: documentário, cinema e realidade. Ficção e arte, realidade e objetividade. Também se estuda como o autor-diretor emprega o documentário para abordar a realidade, e principalmente tentar solucionar a questão da violência, que perpassa todas as esferas sociais. Pretendemos verificar como Moore em seu documentário trata as cenas e os discursos na construção de seu olhar. E como investiga a história da sociedade, na busca pelas respostas para o crime, através de temas comportamentais, econômicos e culturais da sociedade norte-americana. A discussão da relação entre mídia e violência é, portanto o pano de fundo do documentário. E a partir de alguns teóricos da comunicação tentamos aprofundar as questões e entender essas relações. Conclui-se que a mídia tem suas interferências, contudo aspectos sociais, culturais e, sobretudo econômicos são os fatores que mais se destacam na produção de uma sociedade violenta, sobretudo sua utilização política pelo governo, como forma de provocar o medo e a reação antissocial entre as pessoas em sociedade.
Publicado
Edição
Seção
Licença
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
2. Políticas de Plágio
As suposições do plágio são:
a) apresentar trabalhos de outros como seu;
b) adotar palavras ou ideias de outros autores sem o devido reconhecimento;
c) não usar aspas em uma citação literal;
d) paráfrase de uma fonte sem mencioná-la;
e) paráfrase abusiva, mesmo que a fonte seja mencionada.
Os pressupostos gerais da fraude científica são os seguintes:
a) fabricação, falsificação ou omissão de dados e plágio;
b) publicação duplicada; e
c) conflitos de autoria.
Todos os trabalhos aceitos são submetidos a um software de detecção de plágio.
Os autores assumirão as consequências de qualquer natureza decorrentes do descumprimento das obrigações indicadas nessas regras editoriais.
Em casos em que o plágio é incorrido, a Coordenação Editorial seguirá os seguintes procedimentos: a evidência do plágio detectado será enviada ao(s) autor(es), solicitando uma explicação sobre o mesmo. Se a resposta não for satisfatória, o artigo não será publicado e, se aplicável, a mídia na qual o artigo plagiado original foi publicado será informada.