A GESTÃO ESCOLAR/EDUCACIONAL E AS CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO EMANCIPATÓRIA E ESTRATÉGICO-EMPRESARIAL
Resumo
O termo gestão democrática tem vasto destaque no interior das redes de ensino. Partindo desse objeto de trabalho, o artigo visa refletir acerca da Gestão Escolar/Educacional e as concepções de educação emancipatória e estratégico-empresarial de duas escolas do município de Alta Floresta em Mato Grosso, além de analisar seus reflexos nos trabalhos docentes e avaliações externas. Considerando a legislação vigente, que assegura a gestão democrática nos estabelecimentos de ensino, utilizou-se como fundamentação teórica autores que defendem essa democratização como fundamental para a melhoria da qualidade de ensino, como Schneckenberg (2005), Paro (2002), Ferreira (2006), Libâneo (2003), Gadotti (2000), Gutierrez e Catani (1998), Heloísa Lück (2009), Botler; Lima; Dias (2014). Por meio de uma pesquisa qualitativa com visitas in loco, questionário aplicado a alguns professores e análise dos documentos que orientam a gestão democrática nessas escolas, pode-se perceber que ambas apresentam caráter de gestão democrática e participativa, porém as concepções de educação que regem a proposta estão amplamente ligadas ao público que atendem.Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
2. Políticas de Plágio
As suposições do plágio são:
a) apresentar trabalhos de outros como seu;
b) adotar palavras ou ideias de outros autores sem o devido reconhecimento;
c) não usar aspas em uma citação literal;
d) paráfrase de uma fonte sem mencioná-la;
e) paráfrase abusiva, mesmo que a fonte seja mencionada.
Os pressupostos gerais da fraude científica são os seguintes:
a) fabricação, falsificação ou omissão de dados e plágio;
b) publicação duplicada; e
c) conflitos de autoria.
Todos os trabalhos aceitos são submetidos a um software de detecção de plágio.
Os autores assumirão as consequências de qualquer natureza decorrentes do descumprimento das obrigações indicadas nessas regras editoriais.
Em casos em que o plágio é incorrido, a Coordenação Editorial seguirá os seguintes procedimentos: a evidência do plágio detectado será enviada ao(s) autor(es), solicitando uma explicação sobre o mesmo. Se a resposta não for satisfatória, o artigo não será publicado e, se aplicável, a mídia na qual o artigo plagiado original foi publicado será informada.